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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

E a gripe segue seu curso...

É interessante reconhecer os limites do próprio corpo. A gripe conseguiu me fazer parar e em alguns momentos eu até tentei reagir, só que o resultado não foi lá muito satisfatório.

Continuo de molho, fazendo tratamento natural, já ouvi dizer que o que eu tenho é uma virose (nunca escutei essa palavra antes, você a conhece?) até porque meu triste quadro patológico já avançou para uma infecção intestinal, ou seja, estou a base de água de côco, chá de boldo, lavagem, geoterapia, inalação com eucalipto, pitanga, chá de alho com gengibre e limão e blá, blá, blá - Puta merda, acho que estou me repetindo.

Percebo também que estou um pouco mais senil (estou me acabando de rir) Acho que a virose ou seja lá que diabo for atacou meu juizo - que já não é um dos melhores - e me pego várias vezes olhando para o nada, pensando no nada, meditando sobre a fragilidade que sou eu, que é você, que é a vida na Terra.

Tô um pouquinho sorumbático. Não é fácil assumir minhas vulnerabilidades, mas talvez seja um excelente caminho para eu me sentir verdadeiramente inteiro. Ainda estou vivo e isso é realmente engraçado.

Um comentário:

  1. Pq que doença traz tantas reflexões, hein, Antonio? Basta a gente parar um pouquinho, que o espírito de Nietzshe encosta logo... afff!!!
    (tô de amor novo, viu? Abafa!)

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