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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Libertação

Hoje tive a plena certeza de que não tenho medo da morte

Em virtude da virose, tive uma queda estupenda de pressão

Minhas unhas ficaram roxas

Meus lábios murcharam

Minha cor fugiu

As trevas então reinaram

E eu sem medo

Sem culpa

Sem pensar no que ficaria por fazer

Me entreguei ao frio

Qual uma prostituta sagrada ao estranho visitante

E senti que partiria satisfeito

Se aquela realmente fosse a hora.

2 comentários:

  1. Te proibibo de morrer antes de mim!!!
    Vai tratando de se cuidar, seu bruxo, vamos viver 100 anos.
    Amo-te!

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  2. Também te amo, meu bem. Tá combinado, vamos viver 100, mas também te proíbo de ir antes de mim - vai ter que rolar um par ou ímpar... Bjão!

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